sexta-feira, 20 de março de 2020
SOMOS CAMPEÃAAAAAS
O VOLEIBOL FEMININO MENORES COMEÇOU BEM 2020 AS EQUIPES SUB 17 & SUB 15 DA P.M. VALINHOS \ COUNTRY CLUB ABOCANHARAM NO ULTIMO FINAL DE SEMANA O TITULO DE CAMPEÃS DE SUAS CATEGORIAS NO TORNEIO INICIO DA LIGA REGIONAL DE VOLEIBOL
P.M. VALINHOS \ COUNTRY CLUB - SUB 17
P.M. VALINHOS \ COUNTRY CLUB - SUB 15
POR J. CAPELLI
ESSES CARA SÃO FERAS
ESSES CARAS SÃO MAIS QUE FERAS SÃO MUITO GENTE BOA, ELES SÃO PEÇAS IMPORTANTES DO ESQUEMA TATICO DA EQUIPE DO OLÉ BRASIL SOCIETY PARA A ELITE DO FUTEBOL VALINHENSE DE 2020.
NAY - O CORINGA
RENAN SANTOS - SUPER ATACANTE DA NOVA GERAÇÃO
POR J. CAPELLI
COPA INTEGRAÇÃO DE FUTEBOL - COPA JUPA - LANCES
FOTOS DE LANCES DA PARTIDA ENTRE OLÉ BTASIL SOCIETY X VILA FC LOUVEIRA DISPUTADA NA TARDE DO ULTIMO PELA COPA INTEGRAÇÃO NO GRAMADO DO COMPLEXO ELEDIR ROSA AMORIM
POR J. CAPELLI
quinta-feira, 19 de março de 2020
Opinião: Pelo fortalecimento do vôlei, uma Superliga com 14 equipes
Crise econômica, escassez de patrocínios e espaço na mídia aquém da importância que o voleibol merece. Depois de anos de crescimento, a Superliga passa por eminente risco de regredir se medidas eficazes não forem tomadas. Por isso, o Melhor do Vôlei defende que a principal competição do país volte a ser disputada com 14 equipes na temporada 2020/2021, sem rebaixar o Asa Vôlei/Valinhos e o São Cristóvão Saúde/São Caetano. A lista de participantes fica completa com o Brasília Vôlei e do Itajaí Vôlei, melhores equipes da fase classificatória da liga B, encerrada devido ao avanço do coronavírus (Covid-19). Acreditamos também que a iniciativa deve ser adotada na competição masculina.
Desta forma, o mercado de trabalho para atletas e demais profissionais envolvidos na rotina de um clube profissional teria um ampliação considerável. Além disso, cabe à Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) fortalecer as garantias de adimplência para que todos tenham assegurados os direitos trabalhistas.
Sem o ranking e com três estrangeiras, as atletas menos badaladas podem perder espaço nos grandes clubes, além de se verem obrigadas a reduzir os valores de contrato para se adequarem à realidade dos times menores. Em um pior cenário, a única alternativa será deixar o país, mesmo com os riscos e as incertezas diante de uma já presente crise mundial.
Outro ponto fundamental que não vem recebendo a atenção devida é o fortalecimento das categorias de base. Já houve uma época que os times eram obrigados a ter pelo menos duas atletas juvenis no elenco. Ao final de mais um ciclo olímpico, o fato é que a seleção feminina não teve o mesmo nível de renovação que as demais potências.
Foi fortalecendo a base que a Itália descobriu Paola Egonu, ainda em 2013, no Club Italia, formado por jovens para disputar as divisões principais da liga. Após quatro anos, a oposto foi contratada pelo Igor Volley Novara e hoje, defendendo o Imoco Volley Conegliano, é considerada a melhor atacante da atualidade. Tudo isso aos 21 anos.
Em 2005, a ponteira Natália Zilio chegou à seleção principal, com apenas 16 anos, sendo uma das revelações da época defendendo o extinto Oi/Macaé. Antes, no histórico MRV/Minas, a central Fabiana Claudino, a oposto Sheilla Castro e a levantadora Fabíola tiveram oportunidades semelhantes. É totalmente possível a CBV firmar parceria com um clube tradicional para que atletas mais jovens tenham a experiência de disputar uma competição forte, sem o peso de estar entre os primeiros, mas com o olhar no futuro.
Quem não se lembra do Jogo das Estrelas? Das festas que a torcida fazia com partidas amistosas entre as estrangeiras e quem era destaque da Superliga? Há muitas alternativas e possibilidades de revertemos a situação. O atual momento exige união e esforços de todos os lados.
fonte - melhor do volei
ACABOU - Superliga Feminina é encerrada sem campeão
Ao todo, seis times e a Comissão de Atletas votaram pelo fim do campeonato, enquanto que dois votos pediam a permanência da competição

Dentil/Praia Clube encerrou fase classificatória em primeiro. (Foto: FIVB)
A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) decidiu por votação nesta quinta-feira, após reunião por videoconferência com os 10 clubes participantes, que a Superliga Feminina está encerrada por conta da pandemia do novo coronavírus, denominado Covid-19. Ao todo, seis times e a Comissão de Atletas votaram pelo fim do campeonato, enquanto que dois votos pediam a permanência da competição - Flamengo e Pinheiros não opinaram sobre essa questão porque não estariam mais na disputa dos playoffs.
Com a decisão final, a temporada 2019/2020 está encerrada, sem campeão, respeitando a atual classificação. "Mais uma vez colocamos nossa opinião, pelo fim do campeonato visando o bem de todos os envolvidos, e demos direto de voto aos clubes. A maioria demonstrou pensar como a CBV e está decretado o fim desta temporada", afirmou Renato D’Avila, superintendente de Competições de Quadra da CBV.
Assim, a temporada termina desta forma: Dentil/Praia Clube (MG), Sesc RJ, Itambé/Minas (MG), Sesi Vôlei Bauru (SP), Osasco Audax São Cristóvão Saúde (SP), São Paulo/Barueri (SP), Fluminense (RJ), Curitiba (PR), Pinheiros (SP), Flamengo (RJ), Valinhos Vôlei (SP) e São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP).
A CBV, que conta com um comitê de crise composto por área técnica, médica e jurídica, entre outros, apresentou a proposta pela conclusão do campeonato, já que a preocupação da entidade com a saúde está acima de qualquer outra questão. Após a decisão, a entidade recomendou que todos os clubes liberem suas atletas de treinos e que as mesmas permaneçam em casa, seguindo as recomendações das autoridades da saúde.
Além do encerramento, foi decidido que a temporada 2020/2021 da competição não terá ranking e que o número limite de contratações de estrangeiras aumentou para três atletas. "Em relação à decisão pelo ranking e pelas estrangeiras, houve um equilíbrio maior na votação, mas também está tudo definido. Sentimos muito por ver a Superliga terminar dessa forma, mas sabemos que é absolutamente necessário", declarou Renato D´Avila
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