sábado, 4 de março de 2017

NÃO DÁ PARA ACREDITAR







     A Ponte Preta já definiu o nome ideal para assumir o comando do time no lugar de Felipe Moreira: Vanderlei Luxemburgo. O problema é que Vitória, que demitiu Argel Fucks, e Coritiba, que dispensou Paulo Cesar Carpegianni, também entraram na briga pelo experiente treinador, desempregado desde junho do ano passado.
O que pesa em favor da Macaca é o fato de estar jogando o Campeonato Paulista, mercado preferido do técnico, além de figurar entre os integrantes do Brasileirão e Copa Sul-Americana. Por outro lado, o que pode atrapalhar é o fato de o treinador de 64 anos normalmente levar toda sua equipe de trabalho para os clubes em que trabalha.
Assim, para fechar, a Ponte precisaria abrir mão de sua linha de trabalho adotada já há algum tempo, que é ter preparador físico, fisiologista e treinador de goleiros da casa. Consultada ontem à tarde, a assessoria da Macaca garantiu que o novo técnico terá seu nome anunciado na segunda-feira (6).
Um dos técnicos mais vitoriosos do futebol brasileiro, Luxemburgo está desempregado desde que deixou o chinês Tianjin Songjiang depois de apenas 12 partidas. No Brasil, seu último trabalho foi no Cruzeiro, também de curta duração: 19 jogos, em 2015.
A última aparição pública do técnico foi em Barra de São Miguel, Litoral Sul de Alagoas, onde passou o Carnaval com a família. Luxemburgo estava em um condomínio de luxo e era figura constante nos locais de lazer. Em uma das festas, ele até participou do show de uma banda local tocando percussão.
Caso não acerte com Luxemburgo, que passou pelo Majestoso no início da década de 1990, a direção da Macaca partirá para um segundo plano. Mas, a tendência é contratar um treinador experiente e com aprovação da torcida. Neste grupo, estão profissionais como Levir Culpi, ex-Fluminense, e Marcelo Oliveira, ex-Cruzeiro. O nome de Vadão, que passou pelo clube em 2014, foi descartado, assim como Doriva, que teve passagem relâmpago pelo Majestoso, em 2015.
Segundo o gerente de futebol Gustavo Bueno, a Ponte não pode errar na escolha. “Sabemos que toda troca é ruim porque cria instabilidade no elenco, gera desconfiança, mas não podemos ser hipócritas. É análise em cima do trabalho e do resultado”, comentou.
O dirigente, que não fala sobre nomes, ressalta a necessidade de trazer um nome de impacto. “Sabemos como as coisas são no futebol. Acreditamos que esta mudança vai trazer efeito positivo, como ocorreu quando trocamos o Gallo pelo Eduardo Baptista, no ano passado, por exemplo", finalizou.



   fonte rac

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